Home / Programas Habitacionais / Distrito Federal Brasília / Inscrição Programa Habitacional Morar Bem De Brasília DF CODHAB
CODHAB DF Brasília Programas Habitacionais

Inscrição Programa Habitacional Morar Bem De Brasília DF CODHAB

CODHAB DF Brasília Programas HabitacionaisDe acordo com dados do governo distrital, o déficit habitacional no Distrito Federal atinge 102.984 famílias. A fim de reduzir esse problema, o Governo do Distrito Federal (GDF) Com isso o Governo tem o Programa Habitacional Morar Bem. Para tanto, deverão ser incluídos no programa um grande contingente de imóveis desocupados na capital federal.

Sempre Acompanhe As Oportunidades Por Aqui

As pessoas em interesse para participar (Inscrição ou Cadastro) de sorteios do Morar Bem DF geralmente precisa estar inscrito no CadÚnico (você que ainda não possui uma casa para chamar de SEU poderá se inscrever no CadÚnico somente para fazer cadastro de moradia) ou não precisa, veja o Regulamento e possuírem renda familiar bruta de acordo com as exigências do programa que seguem da seguinte forma:
– Renda mensal de 0 a R$ 1.800,00 faixa 1,
– Renda mensal de R$1.800,01 a R$ 2.350,00 faixa 1,5,
– Renda mensal de R$ 2.350,01 a R$ 3.600,00 faixa 2,
– Renda mensal de R$ 3.600,01 a R$ 6.500,00 faixa 3 e
– Renda mensal acima de R$ 6.500,01 a 12 salários mínimos faixa 4.
Se você ainda não é inscrito e não conhece o CadÚnico dê uma olhada AQUI: Como Fazer o Cadastro Único e fique por dentro dos benefícios que ele pode te proporcionar.

Formulário de interesse no Conjunto Habitacional Sol Nascente: /www.codhab.df.gov.br/postagem/codhab-prorroga-prazo-para-candidatos-manifestarem-interesse-em-empreendimento-no-sol-nascente.

Faça sua inscrição no Programa Morar Bem do CodHab DF: www.codhab.df.gov.br/postagem/inscricoes-abertas-para-o-programa-morar-bem, bem como, acompanhar as oportunidades de moradias FUTURAS.

Imóveis ociosos

Paralelamente ao enorme déficit habitacional, existem no DF 80 mil imóveis ociosos. De acordo com o programa, eles poderão ser usados, por exemplo, na modalidade Aluguel Social. Esse benefício já vem sendo concedido a pessoas desabrigadas ou em situação de vulnerabilidade social. São consideradas em vulnerabilidade quem tem renda inferior a três salários mínimos.

O Palácio do Buriti também estuda, a depender do caso, comprar algumas unidades habitacionais abandonadas. Assim, será possível integrá-las aos programas de moradia já em curso, como o citado Aluguel Social. As propostas estão em análise pela equipe técnica. Nesse decorrer, as propostas devem ser debatidas em audiências públicas.

Há alguns pontos na proposta, como haver prioridade na fila de espera a mulheres vítimas de violência doméstica. Além disso, haverá uma variante específica para famílias em vulnerabilidade com membros com alguma doença mental.

O número de imóveis ociosos foi identificado por meio de um amplo cruzamento de dados. São dados da Companhia Energética de Brasília (CEB) e da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb). Através deles, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) identificou os mais de 80 mil imóveis ociosos. Eles se dividem em:

  • 41 mil imóveis ou lotes residenciais;
  • 35.240 unidades comerciais;
  • 2.298, institucionais;
  • 1.343 áreas industriais em desuso.

Assim, a proposta visa incentivar a ocupação desses imóveis. Com efeito, a Seduh apresentará propostas de incentivos fiscais e subsídios aos proprietários, de maneira que eles possam vir a ser ocupados em programas habitacionais.

Após a definitiva implementação do programa, o pacote será coordenado pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab-DF).

Prioridades: mulheres vítimas de violência e famílias com pessoas com doença mental

Como dito acima, haverá prioridade na fila do novo programa a mulheres vítimas de violência doméstica. Em 2020, o DF registrou 15.995 casos de violência doméstica. No primeiro semestre de 2021, foram 7.869. Uma das justificativas dessa prioridade é que muitas dessas vítimas não possui condições financeiras de sair da casa do seu algoz.

A essas vítimas, também serão oferecidos programas de reinserção no mercado de trabalho e geração de renda. Juntamente com isso, será oferecida uma rede de proteção.

O programa ainda visa oferecer uma linha especial a famílias em situação de vulnerabilidade que tenham pelo menos um integrante com doença mental. Nesse caso, a linha será voltada a famílias cuja renda seja entre zero e três salários mínimos.